In my life #24 – Venha e aprenda

Publicado por PMrjdslfjR em

Oi mores, como vocês estão? (juro, nunca sei como começar um post, e parece que não começar cumprimentando é muita falta de educação haha)
Eu, caso queiram saber, tenho estado bem. Mas hoje, especificamente, não estou muito legal. A gente já falou disso. Tem dia que bate uma melancolia, uma tristeza sem muito motivo, e eu começo a achar defeito em tudo.

In my life #24 – Venha e aprenda

Por exemplo, vou terminar meu quarto mês de academia, e tenho me dedicado muito bonitinha (vocês podem me seguir no snap pra ter certeza, haha >>, e também na alimentação. Achei que estava comendo muito -embora só coisas saudáveis, e nas últimas duas semanas dei uma fechadinha na boca, porque também quero ficar mais fininha, não só tonificada.

Mas aí, a gente vai, faz tudo, e quando não vê exatamente o resultado que esperava, dá um desânimo, né? Fico cheia das questões, se estou fazendo algo errado, se deveria estar fazendo algo diferente…

Fiquei lá no Twitter (o meu é @hello_sunshine) reclamando que meu braço não diminui. E eu sei, todas nós temos biotipo diferentes. Mas eu já tive braço fino quando fazia blogilates, e daí fico triste, porque ele tá ficando com músculos e firme, mas não mais fininho. Ai, sei lá, nem deveria estar falando sobre isso aqui, mas vocês e eu somos íntimos, e não dá pra eu mostrar só meu lado raio de sol ou falar de coisas que já estão bem resolvidas na minha cabeça.

Outro dia tive um dia ruim. Não aconteceu nada horrível, mas uma sequência de coisas chatas, que no fim do dia me deixaram exausta mentalmente e de saco cheio e eu só queria chorar ou tomar um drink (ou os dois). Não chorei, mas tomei um drink e comi uma porção de croquete na rua de casa com meus roomies.

Passou, tudo ficou bem. Mas falei disso no snap e recebi uma mensagem por lá (sim, meu chat é aberto!) de uma menina agradecendo por eu falar que tinha tido um dia de merda, porque ela também estava e todo mundo que ele seguia no snap parecia ter a vida perfeita.

Eu tenho bastante receio de reclamar ou falar de coisas ruins, seja em qual plataforma for, mas não quero pintar uma imagem de Rainbow Brite (lembram dela?) pra quem só me conhece pela internê. É a coisa mais normal do mundo ter momentos bons e momentos ruins.

E achar que a gente está sozinho nos momentos ruins é muito frustrante. Eu odeio quando olho ao meu redor e sinto que só eu estou passando por aquilo. Não porque eu queira que as pessoas estejam mal, que isso, mas num contexto geral, quando a gente olha pra big picture da vida de alguém e não tem um fiozinho de cabelo fora do lugar, e vejo a minha, que é maravilhosa e eu amo, mas que eu realmente estou fazendo malabarismo pra manter do jeito que eu quero e ainda não cheguei lá, é… chato.

Enfim, por isso nem acho saudável pra mim ficar fingindo que minha vida cheira a lavanda da hora que eu acordo até a hora que eu vou dormir. Porque sei lá, a felicidade pra mim é justamente conseguir ser feliz com essas coisas chatas acontecendo.

E por isso, mesmo estando numa jornada ótima com meu corpo, tem dias que eu não estou. E que dá vontade sim de ficar comendo o pote todo de nutella e vendo série e não voltar pra academia.

Lendo Acabei “Americanah“, e tô aqui matutando se faço post ou vídeo sobre ele, que foi, sem dúvida, uns dos melhores livros que já li, e o segundo preferido desse ano. E ó, você que não está ainda no Clube do Livro, venha pro lado sombrio da força e clica aqui!

coracaoAssistindo Estou num caso de amor com “How To Get Away With Murder”! Estou bem na metadinha, e apaixonada por tudo. O enredo, os personagens, a Viola Davis fazendo aquela advogada maravilhosa e ganhando prêmio (ela ganhou o Emmy, cês viram? Escrevi sobre lá no Petiscos). É um seriado que misturar suspense e casos de tribunal, tô achando o máximo. Esse, aliás, é mais um trunfo da Shonda Rhimes (que é produtora desse seriado), que domina às quintas-feiras da TV americana, com Grey’s Anatomy, Scandal e HTGAWM, e eu ambém falei dela lá no Petiscos.

coracaoOuvindo Eu tenho um novo homem na minha vida, e o nome dele é Abel Tesfaye, mais conhecido como The Weeknd. Eu achava “I Can’t Feel My Face” um porre, mas um belo dia ouvi “The Hills” e gostei. Resolvi ouvir o primeiro CD. E reparei que esse mocinho canadense tava no topo da Billboard com essas duas músicas, #1 e #2 e eu falei “hm, esse menino é interessante”. Acabei escrevendo sobre ele também, lá no Petiscos, e o texto deve entrar essa semana, depois atualizo aqui com o link (é esse o link, cliquem aqui pra ler), mas por causa disso fiquei obcecada e ouvi tudo dele, haha. E tenho escutado, ainda. E não acho que vá parar tão cedo. Recomendo ouvir o “Trilogy“, que é bem especial.

Pensando sobre  O fim do ano que já está aí. Em menos de três meses eu faço 26 anos e mais um pouquinho o ano acaba e parece mesmo que foi ontem que minha vida nova começou. Que me mudei pra esse apartamento, que conheci meus roomies maravilhosos, que entrei no Petiscos, que entendi o que valia a pena pra mim e pra minha vida. E pensando sobre o que quero pro ano que vem. Pensando também sobre essa situação que estamos passando no país, com a crise econômica, com a política parecendo uma comédia grega, de tão absurda. Sobre como vai ser o ano que vem assim, em como a gente vai ter que abrir mão de coisas e segurar mais apertadinho os cintos, ter menos gastos, escolher melhor…

E com medo também. Do que vai acontecer com o nosso país, tão maravilhoso e cheio de potencial, completamente desperdiçado.

Olha a minha vovô aqui em cima! Tiramos essa foto da última vez que fui pra Mogi e eu amo olhar pra ela e ver esse sorriso. Minha vó teve 13 filhos, muitas alegrias e muitas decepções. Perdeu muita gente que ama, ganhou muito amor na vida. Mas eu adoro o jeito como ela sorri, mesmo com todos os problemas dela. E como ela quer sempre estar no melhor estado quando vai tirar uma foto. Porque ela sabe que por mais difícil que seja a nossa vida, o que vale ser eternizado é mesmo o sorriso.

Eu amo essa foto! Foi no dia do encontrinho da Flavinha, essa mulher incrível que me inspira todos os dias e que tenho a honra de chamar de amiga, assim como essa outra mocinha, a Natalia -Taia, para os íntimos- que chegou faz pouco e ó <3 Tá no coração, já! Quando eu digo que a gente tem que construir um murinho de amor ao nosso redor, eu não estou brincando. Ter por perto pessoas que nos façam bem e nos queiram bem e que a recíproca seja verdadeira é provavelmente a melhor coisa que a gente pode fazer por nós mesmas.

E ó eu comemorando os três anos do blog <3 Muito, muuuuito feliz de ter vocês aqui comigo. E que venham mais três, mais seis, mais nove, mais mil!

Bisous e até mais!

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